Baldin vêm desse nome Baldus que se transforma em Baldo com a forma diminuitiva INO, na região vêneta muda para IN, ficando então sua origem em BALDO, na forma do plural BALDI com o sufixo truncado vêneto IN, e seu significado é Baldin filho mais novo de Baldi.
BALTH>BALDUS>BALDO>BALDINO>BALDI>BALDIN
Fq.- filius quondon em latim (filho do falecido Sr.)
Este sobrenome é muito difundido em quase toda Itália, na Província de Treviso são 126 famílias com o sobrenome, distribuído em 23 cidades. São 356 cidades em toda Itália, onde existe o sobrenome BALDIN perfazendo um total de 917 famílias.
Este sobrenome é difundido na Itália desde 1381, com a inscrição do Tenente Baldino, como conde de Firenze.
A longa viagem de qualquer imigrante que saísse da Itália e viesse ao Brasil era igual. A saída do porto de Gênova, a travessia pelo oceano que demorava de 20 a 25 dias, em "vapores” e desembarcavam em Santos ou no Rio de Janeiro.
Embarcavam alegres, cantando e quase sempre era uma canção que dizia em que trabalhariam.
“Andiamo in ‘America...
Andiamo a raccogliere caffe/
Andiamo in 'America...”
Mas depois de algum tempo essa alegria se transformava em temor e preocupação: como seria a vida na nova terra? Conseguiriam fazer fortuna, viver bem? E além dessas dúvidas havia a viagem em si, que já era uma aventura e muitos não conseguiam completá-la. Apesar do rigoroso controle no porto, muitos doentes embarcavam e geralmente uma ou mais epidemia se instalava no navio, e um portador de doença entre dezenas de pessoas em ambiente pouco adequado,sem ventilação, apertado, resultava em uma ou mais mortes em alto mar, e a sepultura acabava sendo o próprio mar.Com todos esses problemas, mas cheios de coragem e determinação atravessavam o oceano, rumo à América.
A maioria dos imigrantes acabava desembarcando em Santos, passavam pela Inspetoria da Imigração, tomavam o trem para S.Paulo, ficavam na Hospedaria dos Imigrantes e depois seguiam para as fazendas de café. Havia sempre um capataz de alguma fazenda na Hospedaria, aguardando os imigrantes, porque a grande maioria dos imigrantes veio trabalhar na lavoura,substituindo a mão de obra escrava que estava sendo abolida e as fazendas necessitavam de empregados. Assim, Filippo Baldin desembarcou no porto de Santos no dia 17.12.1888 no vapor "France", conforme consta na Hospedaria dos Imigrantes no livro 16, pág.103. Veio com quase toda a família, incluindo mulher, filhos, irmão, cunhada e sobrinhos, e ao desembarcarem foram para a fazenda Pau Grande, de propriedade da Baronesa de Limeira. A grande família Baldin era composta por Filippo Baldin, Rosa Bobatto, seus filhos, Pietro, Eugenio, Maddalena, Luigi, Federico, Giovanna, Anna, Paolo, seu irmão Adamo com a esposa Fiorina Guerra e seus filhos Gio-Batta com a esposa Rosa Pietrobon, Maria e Angelo, bem como seus netos Carolina, Catterina, Sante, Emilio, Nuzio e Catterino.
Essa fazenda tinha 200 mil pés de café em terra massapé roxa, máquina de beneficio acionada a água e terreiros atijolados.Depois pertenceu aos Barões de Anhumas, tendo o nome mudado para Fazenda Anhumas. Nessa fazenda se casam os filhos e nascem os netos de Filippo. Nesta fazenda em 1904 morre Rosa Bobatto e em 05.07.1913 Filippo Baldin, sendo ambos enterrados no túmulo pertencente à família da Baronesa na quadra 1, num. 217 do Cemitério da Saudade em Campinas
Casal Pietro Baldin e Vicenza Barbisan
A família Baldin, é originária do Vêneto, mais precisamente de Veneza, de onde se espalhou para toda e Itália, Europa, Américas, Austrália e Brasil. Algumas destas famílias vieram para Campinas (SP) e cidades da região, outras imigraram para Santa Catarina, Paraná, Rio Grande do Sul e Minas Gerais.
Esta família Baldin, tem sua origem mais remota com o nascimento de Johannes Baldin em 23 outubro de 1590 em Chioggia, Veneza. Seu filho Domencio Baldin nasce em Canizzanno, na Província de Treviso em 12 out 1610, casa-se lá em 30.04.1634 com Cantia Menega. Este filho Domenico é o ancestral mais antigo que se tem noticia, através de documentos.
Os primeiros Baldin que no Brasil chegaram foram Antonio Baldin, seus irmãos Sebastiano e Giuseppe, e o primo Ângelo Antonio e Sebastiano já estavam casados e Giuseppe e Angelo casaram-se em Urussanga – Santa Catarina, que foi o destino de chegada na véspera do Natal de 1879.Em Urussanga, e em Rio Carvão, desbravaram matas, plantaram tudo o que consideravam importante e necessário para viveram, especializaram-se no plantio da cana de açúcar, construíram engenho e passaram a produzir o açúcar que era vendido no comércio local, e finalmente cultivaram uva e fabricaram vinhos, os quais eram considerados os melhores da região Ajudaram e trabalharam no progresso de Urussanga.
Os Baldin que chegaram ao Rio Grande do Sul, foram Giovanni Battista Baldin com a esposa Oliva e os filhos Lucia e Luigi em 04.02.1887. Também neste mesmo navio chegaram Vincenzo Baldin com a esposa Giulia e os filhos Anna, Antonio, Cesare, Chiara e Elisa. Eram de Albaredo d’Adige, na Província de Verona. A família chega em Dona Isabel (RS), vindos do Porto de Santos no Navio Rio Pardo, e se estabelecem em Antonio Prado.Outros Baldin se estabeleceram em Alfredo Chaves, atual Veranópolis, também de Verona, Michelangelo a esposa Cecília e os filhos Luigia, Tullio,Lucia,Turosia e Eleutério, e a família de seu irmão Pietro a esposa Catterina e os filhos Maria, Clemente,Carlo e Giuseppe. Chegaram ao Rio Grande do Sul, em 24/12/1887. Eram agricultores também.
Os Baldin começaram a chegar a São Paulo em 1887. Se espalharam por todo o Estado. Fixaram-se em Campinas, Araras; Valinhos; Vinhedo; Jundiaí; São José do Rio Preto; Araraquara e tantas outras cidades, engrandecendo o Estado e o País nas fazendas de café.
A família de Filippo Baldin e de seu irmão Adamo, mais a de um tio de nome Luigi, tio este que não chegou ao destino, vindo a falecer no navio, chegaram em Campinas a 17.12.1888. Deixaram a pequena Castello di Godego, na Província de Treviso, juntamente com mais agricultores, e foram trabalhar na Fazenda Pau Grande, da Baronesa de Limeira, depois passaram a trabalhar nas demais fazendas desta mesma Baronesa.
Depois de algum tempo nestas fazendas, souberam que alguns estavam estabelecidos em Valinhos, e muitos se mudaram para lá. Mas como sempre tinham que procurar trabalho, e com os casamentos dos filhos, forma se espalhando pelas diversas cidades do Estado de São Paulo.
Os Baldin liderados por Alfonso Baldin, aqui chegando no Porto do Rio de Janeiro no Navio Colombo em 05.02.1896, seguiram para Juiz de Fora, e em 12 de fevereiro saíram com o destino a Rio Verde - Três Corações(MG). A convite de Ângelo Bellato, italiano que já estava em Minas Gerais a algum tempo, a família muda-se para Ponte Alta de Campanha, hoje Monsenhor Paulo (MG). Esta família Baldin até hoje é muito conhecida e reverenciada porque juntamente com esta família Bellato ajudaram a engrandecer esta cidade. Ajudavam a visitar doentes, a receber outros imigrantes que por lá chegavam. A construção da Igreja Matriz se deve à família de Alfonso Baldin. A banda de musica da cidade, armazéns; fabrica de manteiga; cinema; carro de aluguel; caminhão para transportes, ferraria, e até o terreno do primeiro grupo escolar e a delegacia de Ponte Alta foi doado pela família Baldin.
Este sobrenome é difundido em todo Veneto, mas a Província de Padova é que possui o maior numero. Os Baldin que vieram para o Brasil, são provenientes das Provincias de Padova, Verona, Veneza, Treviso e Udine.
UM POUCO DE NOSSA HISTÓRIA!! FELIZ 2016!!
Os primeiros Baldin que no Brasil chegaram foram Antonio Baldin, seus irmãos Sebastiano e Giuseppe, e o primo Ângelo Antonio e Sebastiano já estavam casados e Giuseppe e Angelo casaram-se em Urussanga – Santa Catarina, que foi o destino de chegada na véspera do Natal de 1879.Em Urussanga, e em Rio Carvão, desbravaram matas, plantaram tudo o que consideravam importante e necessário para viveram, especializaram-se no plantio da cana de açúcar, construíram engenho e passaram a produzir o açúcar que era vendido no comércio local, e finalmente cultivaram uva e fabricaram vinhos, os quais eram considerados os melhores da região Ajudaram e trabalharam no progresso de Urussanga.
Os Baldin que chegaram ao Rio Grande do Sul, foram Giovanni Battista Baldin com a esposa Oliva e os filhos Lucia e Luigi em 04.02.1887. Também neste mesmo navio chegaram Vincenzo Baldin com a esposa Giulia e os filhos Anna, Antonio, Cesare, Chiara e Elisa. Eram de Albaredo d’Adige, na Província de Verona. A família chega em Dona Isabel (RS), vindos do Porto de Santos no Navio Rio Pardo, e se estabelecem em Antonio Prado.Outros Baldin se estabeleceram em Alfredo Chaves, atual Veranópolis, também de Verona, Michelangelo a esposa Cecília e os filhos Luigia, Tullio,Lucia,Turosia e Eleutério, e a família de seu irmão Pietro a esposa Catterina e os filhos Maria, Clemente,Carlo e Giuseppe. Chegaram ao Rio Grande do Sul, em 24/12/1887. Eram agricultores também.
Os Baldin começaram a chegar a São Paulo em 1887. Se espalharam por todo o Estado. Fixaram-se em Campinas, Araras; Valinhos; Vinhedo; Jundiaí; São José do Rio Preto; Araraquara e tantas outras cidades, engrandecendo o Estado e o País nas fazendas de café.
A família de Filippo Baldin e de seu irmão Adamo, mais a de um tio de nome Luigi, tio este que não chegou ao destino, vindo a falecer no navio, chegaram em Campinas a 17.12.1888. Deixaram a pequena Castello di Godego, na Província de Treviso, juntamente com mais agricultores, e foram trabalhar na Fazenda Pau Grande, da Baronesa de Limeira, depois passaram a trabalhar nas demais fazendas desta mesma Baronesa.
Depois de algum tempo nestas fazendas, souberam que alguns estavam estabelecidos em Valinhos, e muitos se mudaram para lá. Mas como sempre tinham que procurar trabalho, e com os casamentos dos filhos, forma se espalhando pelas diversas cidades do Estado de São Paulo.
Os Baldin liderados por Alfonso Baldin, aqui chegando no Porto do Rio de Janeiro no Navio Colombo em 05.02.1896, seguiram para Juiz de Fora, e em 12 de fevereiro saíram com o destino a Rio Verde - Três Corações(MG). A convite de Ângelo Bellato, italiano que já estava em Minas Gerais a algum tempo, a família muda-se para Ponte Alta de Campanha, hoje Monsenhor Paulo (MG). Esta família Baldin até hoje é muito conhecida e reverenciada porque juntamente com esta família Bellato ajudaram a engrandecer esta cidade. Ajudavam a visitar doentes, a receber outros imigrantes que por lá chegavam. A construção da Igreja Matriz se deve à família de Alfonso Baldin. A banda de musica da cidade, armazéns; fabrica de manteiga; cinema; carro de aluguel; caminhão para transportes, ferraria, e até o terreno do primeiro grupo escolar e a delegacia de Ponte Alta foi doado pela família Baldin.
Este sobrenome é difundido em todo Veneto, mas a Província de Padova é que possui o maior numero. Os Baldin que vieram para o Brasil, são provenientes das Provincias de Padova, Verona, Veneza, Treviso e Udine.
UM POUCO DE NOSSA HISTÓRIA!! FELIZ 2016!!
cidades dos Baldin no Veneto : SANFLORIANO DI CASTELFRANCO VENETO






Muito bom, Rô!
ResponderExcluirobrigada amigo querido Lucas
ResponderExcluirOlá Romilda, estou fazendo um levantamento sobre o Carlos Baldin, que chegou no Brasil em 1888 e se estabeleceu no bairro do Taquari em Leme. Gostaria de conversar contigo. Meu email: victor.baldim@gmail.com
ResponderExcluiroi Victor, tenho os dados dele sim...acho que devo ter a certidão de nascimento dele...
Excluirolá à todos. Sou Catia Dal Molin, gaucha, pesquisadora sobre a emigração italiana. Moro na Italia, em Castelfranco Veneto, já fazem alguns anos. Estou pesquisando os emigrantes daqui que foram para o Brasil, entre eles a família de vocês. Gostaria, se tiverem interesse de contar a descendência da família através de histórias, fotos, documentos. Seria muito importante. meu email è venetibrasile@gmail.com
ResponderExcluirOi Catia, posso enviar sim...tenho muitos dados!
Excluirola boa tarde
ResponderExcluirestou tentando buscar a cidade onde nasceu Eleuterio Baldin na italia, alguem poderia me ajudar
Eleuterio era meu Bisavo, me chamo Sidnei Baldin e sou neto de Agostinho Baldin
boa tarde! desculpe não responder antes, mas tenho dados sim...vou ver o comune e te respondo aqui
ExcluirProvavelmente seja meu bisavô
ExcluirMeu taratavô
ExcluirConhece alguma Bianca baldin?
ResponderExcluirboa tarde! conheço Bianca Baldin sim, mas de campinas...
ExcluirSim. Madalena Baldin, minha sogra, filha de Angelo Baldin.
ExcluirOlá conhece Isauro Baldini?
ResponderExcluirIsauro baldin
ResponderExcluirboa tarde! Isauro Baldin eu não conheço....mas se me passar onde mora posso localizar!
ExcluirProcuro tanto por informações de Balbim. Seria, talvez,um erro de cartorio? Sei que meus bisos trabalharam em fazendas em amparo qd chegaram. Existem muitos Balbims em Campinas, Jundiaí.
ResponderExcluirRomilda, fiquei tão emocionada vendo seu blog! Me lembro do meu avô mostrando um livro da família Baldin! Há 2 anos ele se foi e deixou um legado tão lindo. Ahhh saudades do vô Guido Baldin! Abraços, Juliana Baldin.
ResponderExcluirOlá Romilda.
ResponderExcluirLi com gosto a trajetória que você fez da família!
Sou Ricardo Balbin (grafado errado, pois era para ser Barbin).
Neto de Guilherme Barbin, que era filho de Victal Barbin e Dobrilla Baldin.
Dobrilla, por sua vez, era filha de Raymondo Baldin e Italia Grosati.
Sei que minha bisavó Dobrilla chegou ao Brasil pelo Vapor Minas em 07/12/1899, que supostamente os deixou em Bragança Paulista.
Eu sou natural de Jundia, onde meus bisas Victal e Dobrilla se estabeleceram e lá permanece a família desde então.
Tenho fontes de minha tia Iolanda Barbin, de que a Bisa Dobrilla é proveniente de Sant'anna (perto de Chioggia).
Venho buscando tudo que posso na internet, reconheci vários nomes que você citou no seu texto, mas não encontro nada em relação à este segmento da família.
Vieram no navio referido para o Brasil:
Raimondo, Italia, Dobrilla, Maria, Amabile, Dirce e Maria Baldin.
Junto com Antonio e Elvira Baldin.
Se você tiver alguma informação sobre eles, agradeço imensamente, pois estou tentando identificar de onde são, para onde foram...
Meu e-mail é rbalbin@gmail.com
Se puder me responder lá, agradeço imensamente.
Forte abraço!
bom dia! desculpe responder hoje, mas eu não conseguia abrir o blog. Eu tenho alguns dados dessa família vou verificar e te falo
ExcluirOlá!
ResponderExcluirSou nora de Madalena Baldin, filha de Angelo Baldim, cuja foto consta na matéria maravilhosa que vc fez. Estou procurando a certidão para cidadania italiana do meu marido e cunhado. Por acaso vc teria?
oi bom dia! qual a pessoa que procura? aguardo retorno..
Excluirmeu e-mail apabal25@gmail.com
oi bom dia! qual a pessoa que procura? aguardo retorno..
ResponderExcluirmeu e-mail apabal25@gmail.com
Bom dia,por favor minha esposa é neta de Rosina Baldin, que era filha de Antonio Baldin e Piovezan Baldin, a senhora sabe algo a respeito dessa ramificação?
ResponderExcluirVi o seu blog e achei maravilhoso, estou vendo todo.
Boa tarde! O bisavô de meu marido era o Giuseppe Baldim, filho de Alfonso Baldim. Gostaria de saber ser por acaso saberia me dar maiores informações para conseguir os documentos para cidadania italiana. Meu e-mail gabrieladias.advocacia@yahoo.com.br. obrigada!
ResponderExcluirOlá Romilda, boa noite,
ResponderExcluirMeu nome é André Polli, sou de Valinhos. Por gentileza, você tem informações sobre Lucia Baldin, filha de Agostino Baldin e Teresa Barrichello? Eles chegaram ao Brasil em 27/01/1888. Ela era casada com meu bisavô, Antonio Polli.
meu e-mail é al_polli@yahoo.com
Aguardo seu retorno e podemos nos falar por email.
Obrigado!
Oi tudo bem? Muito interessante a sua pesquisa, sou da familia Baldin, estas informacões me ajudarão na busca da cidadania Italiana. Inclusive, gostaria de saber se você tem mais informacões sobre Michelangelo ou o Tullio Baldin, do ano de 1883...Agradeço a sua atenção desde já!
ResponderExcluirMeu email: cristianeananka@gmail.com
ExcluirSou neta de Angelin Baldin e Madalena Azevedo Baldin.
ResponderExcluirTeria alguma informação sobre eles?
Gostaria de informações de como conseguir cidadania italiana para a minha filha
bom dia !! Você poderia me passar mais dados sobre esse sr Angelo??
ResponderExcluirbom dia me chamo Jaksson Zanco, e estou atrás de alguma informação de Otília Baldin ou Clemente Baldin que se estabeleceu no Rio Grande do Sul.....
ResponderExcluirboa tarde! tenho dados sim me chame no e-mail baldincidadania@gmail.com
ResponderExcluirRomilda
ResponderExcluirBom dia!
Muito bom seu trabalho, sou bisneto de italianos e estou pesquisando sobre meus antepassados, vendo um artigo seu no site imigrantes italianos achei uma parte da família mas não consigo verificar os documentos, são de Castelo di Godego familia Tarraran caso consiga me ajudar agradeceria.
Meu email robertogome@gmail.com
Obrigado
Romilda, boa tarde. Sou Newton Lando e sou neto de Emilia Baldin que por sua vez é filha de Giovanni Baldin e Maria Crestina Favaro. São de Castello di Godego, Treviso. Estou procurando pelos documento dos meus Bisavós. Voce poderia me ajudar?
ResponderExcluirOi Romilda
ResponderExcluirEstou a procura de informações de meu bisavô
Antônio Baldin filho de Ângelo Baldin e Ângela Falzin
Ele (Antônio) chegou ao Brasil com 8 anos de idade junto de mais dois irmãos que não me recordo o nome
Vieram me parece que de Castelbaldo província de Padova
Ângelo seu pai faleceu em São Carlos
Você conhece?
Tem mais informações?
Olá eu tenho dados de Baldin de Castelbaldo
ExcluirSou bisneto de Phascoal Baldin e Brasília Baldin , estão na segunda foto ,
ResponderExcluirSou neto do saudoso , Antônio Baldin ( conhecido como Sapatao) Sou de Campinas , distrito de Barao Geraldo.
Abraço a todos Baldin
Oi
ResponderExcluirBoa noite!
Sou neto de Carlos Ângelo Baldin, aqui do Taquari Leme SP, preciso muito saber sobre o antepassados de minha família para um trabalho escolar
Romilda, como vai? Sou Rodrigo Baldin, hoje reencontrei seu blog. Nos falamos muitos anos atrás quando vc escrevia seu livro. Gostaria de revê-la! Meu email rodrigobaldin82@gmail.com
ResponderExcluir